sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Reflexões cotidianas frutos da madrugada

2:56am
ponto de onibus...
reflexão sobre a vida n°001:
""Olhares trêmulos se perdem
á procura de algo distante da sanidade ali presente,observo a minha volta,risos secos impregnados de nicotina e alcool deixam tudo mais turvo e fútil...""

sexta-feira, 28 de junho de 2013

...respostas

""Numa vida onde a falsa realidade se esconde em pensamentos forjados e argumentos turvos ...uma simples resposta esconde a imensidão do esclarecimento""

quinta-feira, 11 de abril de 2013

As vezes...

as vezes sentar e olhar o céu.....
as vezes ler um livro ouvindo musica...
as vezes rir e pensar em alguem...
as vezes chorar e lembrar
as vezes orar sem pensar no amem!
tudo que te cerca te acrescenta
pensamentos
pessoas
livros
futilidades do mais alto nivel intelectual,
as vezes bebado
as vezes sóbrio
o que te embreaga?
que nostalgia te aflinge
tão pouco pra pensar e escrever?
tanta coisa pra viver e pensar
tanta coisa a sentir
que...
as vezes veto
as vezes não
as vezes escrevo
as vezes lembro
as vezes não
mas de ti não esqueço(as vezes sinto)
as vezes lhe dou o meu coração!
mas só...
as vezes!
s2 ( XD )


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Pobre poeta

poema pobre sem origem
poema pobre sem rima
salta dos dedos cada palavra,
encontra-se perdida a linha q ali traçava,

do mais rico ao mais pobre,
escrevo hoje na tentativa de ser  nobre!

pobre homem desvairado
mau aguenta tal transtorno
que é escrever um poema
sem ao menos ter retorno

fala tanto do amor,existir e fortunas
não encontrou dinheiro nem ouro
em tristeza profunda
passa agora comer mal,

aquele velho pão sabor  couro

desiludido com essa vida...

quer sair e ser lembrado
cruza os dedos enquanto reza
por aqueles velhos pecados

amarra perto a sua janela
aquela corda dilacerada
sobe ao banco pra dar altura
com seu pescoço amarrado

pela janela observa
a procura de salvação
algo que lhe de alegria
uma nova inspiração



desajeitado desce a perna...
esquece a corda em seu pescoço
puro desleixo
jaz bem senhor moço...